Arte Vital
 


No pé do ouvido...

A Paz e o Amor continuam em segundo plano

Por Antonio Siqueira

wood

Artisticamente, em especial para a história do rock, é inegável o fato de Woodstock ter mostrado ao mundo o talento de artistas como Jimi Hendrix, Janis Joplin, Carlos Santana, Creedence Clearwater Revival, The Who, Jefferson Airplane e Joe Cocker entre dezenas de outros tão ou mais relevantes, mas foi também o ponto alto de uma cultura, digamos assim, "bicho-grilesca", que embalada ao refrão de "Let's Go Get Stoned", algo como "vamos ficar chapados", de Joe Cocker, pregava de forma ingênua e até simplista aos olhos de hoje, a paz, o fim da guerra, a união entre os povos e o fim do establishment da época.

Sei que muitos vão me odiar, em especial aqueles que, pela aparência e modo como vêem o mundo, parecem ter voltado ao Brasil à pé da cidadezinha de Bethel, repetindo ainda hoje, 40 anos depois, o já surrado discurso do "faça amor, não faça a guerra". O que me pergunto é: será que realmente acreditavam que se entupir de alucinógenos, rolar na lama e não tomar banho era o caminho para mudar o mundo? Fazia parte da contracultura, é claro.

Poucos questionam o fato de que, embora na prática tenha se tornado um evento gratuíto (apenas 180 mil pessoas pagaram pelos ingressos), Woodstock teve desde seu primeiro momento o objetivo de retorno financeiro. Sim, o lucro. Até aí nada demais, justo que os investidores tenham um retorno. O problema é ao mesmo tempo em que buscam o lucro, demonizar a "elite social e econômica". Ok, alguns vão alegar que Michael Lang amargou um enorme prejuízo com a empreitada, mas até hoje ele vive de Woodstock através da venda de filmes, vídeos, documentários, entrevistas e das infelizes reedições de 1994 e 1999.

Agora, em comemoração aos 40 anos, o que se vê são produtos e mais produtos chegando às lojas de todo o mundo, como CDs, DVDs, posteres, camisetas, livros e todo o tipo de penduricalho que possa de alguma forma ser associado à marca, que é no que se tornou ao final das contas o nome Woodstock, uma marca e, aqueles que ainda hoje são amaldiçoados pelos "woodstockies" são os que mais ganharam com a história.

 



 Escrito por ARTE VITAL by antonio siqueira às 03h29 AM
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Notas DISSONANTES

 

Telefônica Open Jazz traz Diane Reeves e Buddy Guy ao Brasil

Buddy Guy


A artista da Blue Note, Dianne Reeves, é reconhecida como uma das mais notáveis cantoras de jazz no mundo. Reeves possui diversos prêmios Grammy. É ela quem abre o evento no domingo.

Já Buddy Guy é uma lenda viva do blues que vem divulgando seu mais recente álbum, "Skin Deep". O músico possui um estilo único e inconfundível, que lhe garantiu cinco prêmios Grammy e 23 W.C. Handy Blues Awards, premiação mais importante da categoria blues e que nenhum outro artista conseguiu adquirir.

O Telefônica Open Jazz é realizado no Brasil desde 2007, promovendo espetáculos musicais ao ar livre para o grande público. O evento já trouxe ao país a cantora e pianista Diana Krall, Herbie Hancock e Macy Gray entre outros nomes internacionais.

29/11/2009 - São Paulo/SP
Parque da Independência - Av Nazareth, s/n (Entrada pela Rua dos Patriotas, Portão Principal)
Shows: Buddy Guy e Dianne Reeves
Horário: 16h00
Ingressos: entrada franca
Classificação etária: Livre

Você não está sonhando

page

Sim, o guitarrista Jimmy Page desembarca no Brasil para uma única apresentação neste sábado, 28, no Rio de Janeiro. A apresentação tem caráter beneficente e será realizada no auditório da British School, na Urca.

A renda obtida com a apresentação será revertida para a Casa Jimmy, instituição que ampara adolescentes grávidas. O ex-Led Zeppelin vai se apresentar junto com o guitarrista Pepeu Gomes e com a banda Kid Abelha.

Os ingressos são limitados e pais de alunos da British School têm preferência na compra.

28/11/2009 - Rio de Janeiro/RJ
British School
Horário: 16h00
Ingressos: R$ 100,00 (em pé) e R$ 200,00 (sentado)
Informações:
www.britishschool.g12.br



 Escrito por ARTE VITAL by antonio siqueira às 03h12 AM
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Minha vida com o Zé

'Entre nós dois havia uma perpétua competição. Mas ao mesmo tempo

nos recusávamos a deixar que um de nós ficasse muito atrás nessa corrida maluca'.

Por Luiz Carlos Sá

sá_rodrix_guti

 


Nos idos de 66, meu amigo Nelson Lins de Barros me chamou para uma atividade muito comum na época:

 

- Quer ser júri do Festival do Aplicação?

 

Grande festival de música estudantil, o do Colégio de Aplicação, no Rio de Janeiro, costumava sempre mostrar coisas boas em proporção bem maior que seus similares. Aceitei no ato:

 

- Vamos lá!

 

Minha intuição musical, mais uma vez, estava certa. No festival destacou-se um grupo vocal de nível muito superior aos demais concorrentes, o MomentoQuatro. Depois, nos camarins (quer dizer, nas salas de aula do Aplicação reservadas para este fim...) fiz amizade instantânea com seus componentes, pouco mais novos que eu: dois futuros Boca Livre (David Tygel e Maurício Maestro), Ricardo Villas e Zé Rodrix. Eles tiveram suas vidas trançadas com a minha em diversas ocasiões: David dividiu comigo um quartinho metido a suíte no cariocamente mítico Solar da Fossa, uma sede de fazenda do século 18 que – acreditem – foi dividido em centenas de quitinetes e virou muquifo habitacional de todo artista que merecesse esse nome no Rio dos anos 60, para acabar lamentavelmente soterrado sob o abominável Shopping Rio-Sul, ao invés de ter sido justamente tombado como Patrimônio Mundial pela Unesco; Ricardo Villas foi meu cunhado e é tio de dois de meus filhos; Maurício Maestro arranjou e gravou diversas músicas minhas; e Zé Rodrix... Bem... Zé é parte integrante da minha história de vida.

 

Foi Zé, com sua dinâmica extra-sensorial, que me empurrou definitivamente pro poço da música. Tornamo-nos parceiros e amigos inseparáveis no final da década de 60. Nossa interação musical era quase metafísica: eu ia pra casa dele, um apezinho quarto e sala na Prudente de Morais e passávamos dias e noites compondo todo tipo e espécie de música, das geniais às ridículas: jingles, sátiras, sinfonias, tudo isso saía das máquinas de compor que éramos.

 

Quando eu desanimava, Zé me animava, acenando com um futuro melhor para além da censura oficial e do atraso crônico de contas a pagar que então sofríamos. Como se tudo isso não bastasse, lá se foi meu primeiro casamento pras cucuias... E aí apareceu na nossa vida de dupla um outro apê histórico pra nós: o apartamento 1 (era assim antigamente...) da rua Alberto de Campos, 111, Ipanema, Rio, Centro do Universo. Lá moravam nosso amigo Guttemberg Guarabyra e os jornalistas José Trajano e Toninho Neves, que me albergaram naquela hora difícil. E para lá - com o nascimento de Marya Rodrix que não conseguia dormir com nossa algazarra – mudou-se nosso ensaio de dupla, que logo virou trio, com a adesão de Guarabyra.

 

Pra resumir, caímos na estrada e estouramos no Brasil inteiro com dois discos, “Passado, Presente e Futuro” e “Terra”. Como sempre e eternamente acontecerá com 99% dos jovens grupos de todos os tempos, o sucesso acabou deteriorando nossa relação, No começo de 74, entre recriminações e ranger de dentes, nos separamos. Zé foi ser solo e eu e Guarabyra, que também partimos a princípio pro solo, acabamos por seguir em dupla.

 

Esse ressentimento idiota durou até a dupla Sá & Guarabyra comemorar dez anos de carreira, em 82, quando – nós e ele, mais amadurecidos – chamamos o Zé para uma participação especial num memorável show em São Paulo. E dali, entre presenças e ausências, seguimos nos falando de vez em quando até 93, quando o convocamos de novo para arranjar e colaborar no vocal em duas músicas do CD “Sá & Guarabyra – Antenas”. O namoro – eh, eh! - foi longo: só em 2001 nos “casamos” de novo, reunindo o trio para uma apresentação no Rock In Rio III que virou CD, DVD e fez com que, afinal, nos jurássemos juntos para sempre de novo.

Mas o destino é caçador, e neste 22 de maio de 2009 aconteceu o impensável, o inimaginável, o imprevisível: Zé morreu. Meu espanto e sofrimento por esse fato não se devem somente à dor da perda de um amigo de mais de quarenta anos, o que já não é mole, mas também ao fato de que eu achava que o Zé não ia morrer nunca. Como pode morrer uma pessoa tão viva, tão ativa, tão irrefreável, que chegava a nos afligir com sua permanente atividade? Zé era um polvo, com tentáculos que se esticavam para alcançar o máximo possível de atividade humana que pudessem conseguir. E, de repente, o nada. Se até ele morreu, então todos nós somos realmente mortais. Pode? Infelizmente, pode.

 

Nestes últimos oito anos de re-união fomos brindados com tudo o que a vida pode oferecer de melhor e pior para dois amigos: brigamos, gritamos, nos reconciliamos, nos estranhamos, nos atraímos, nos repelimos, nos abraçamos, quase nos batemos, nos beijamos... Entre nós dois havia uma perpétua competição. Mas ao mesmo tempo nos recusávamos a deixar que um de nós ficasse muito atrás nessa corrida maluca. A mão amiga de um estava sempre à disposição do outro. Porque, como sabiamente me falou um dia Tavito, nosso irmão em comum: “amigos de quarenta anos não erram: só se enganam...”.

 

Então, fico aqui me lembrando dos dedos curtos do Zé no teclado – eu sempre ficava imaginando como ele conseguia alcançar uma oitava inteira! - e da sua maneira de falar sempre olhando para cima, o que fazia com que ele parecesse mais alto do que realmente era... Dos seus passos apressados, da sua regência nada técnica, mas sempre empolgada e contagiante, dos seus trejeitos e maneiras, das suas incongruências e certezas tão expostamente humanas, da fragilidade sensível que se escondia atrás de uma segurança montada por anos de cuidadosa construção de objetivos e metas: assim mesmo, como todos nós somos e fazemos, uns mais à vista que os outros.

 

Uma desgraça dessas, que deixa amigos e parentes com o coração na mão, faz com que nos caia a ficha da fragilidade da vida humana, em contraste com a sensação enganosa de eternidade que sempre nos cerca. Então, resta-me constatar essa fragilidade, dolorosamente exposta por James Taylor no refrão da genial e clássica “Fire and Rain”, que ele compôs para uma amiga inesperadamente falecida. Música essa, aliás, que nós três ouvíamos quase que obsessivamente naquele apê da Alberto de Campos:

 

“I've seen fire and I've seen rain

I've seen sunny days that I thought would never end

I've seen lonely times when I could not find a friend

But I always thought that I'd see you here one more time again”.

 

Ou, livremente traduzido:

 

“Já passei por fogo e por chuva,

Já passei por intermináveis dias ensolarados

Já enfrentei tempos solitários, quando não pude encontrar um amigo sequer...

Mas sempre pensei que poderia te ter aqui comigo

Pelo menos uma vez mais”.

 Boa viagem, meu amigo.

* Luiz Carlos Sá é músico, compositor, publicitário e integrante do trio Sá, Rodrix & Guarabyra.

- Fotos: Arquivo VF.

 

 



 Escrito por ARTE VITAL by antonio siqueira às 02h56 AM
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Thunder black and his guitar...

 

JIMI HENDRIX, UNPREDICTABLE

James Marshall Hendrix, originalmente John Allen Hendrix
27, novembro/1942 – 18, setembro/1970

Por Antonio Siqueira e Sandra Britto

desenho


 
O guitarrista, cantor e compositor, Johny Allen Hendrix nasceu em Seattle, Washington, depois de ter o nome mudado por seu pai para James Marshall Hendrix, pouco depois que sua mãe o abandonou e morreu.
 
Al, seu pai lhe deu uma guitarra pequena quando ele tinha cinco anos, ao notar o amor de seu filho pela música. Aprendeu a tocar guitarra com quatorze anos de idade, compunha desde que ainda não sabia ler e escrever, decorando tudo. Hendrix foi capaz de pegar uma seqüência de uma guitarra acústica, que o inspirou e tocar como Muddy Waters e Lightnin'Hopkns. Ele aprendeu a tocar de ouvido e de ouvir e praticar horas intermináveis de Chuck Berry.

Depois de um curto período no serviço militar, foi dispensado por ser um soldado não combatente, porque tinha adquirido uma lesão na perna devido a um salto de para-quedas, mas tudo o que ele queria fazer era tocar guitarra.

Ao deixar o Exército, ele se mudou para Nashville, onde tentou fixar uma banda que pudesse acompanhar seu estilo, só passou a tocar em clubes negros, mas aspirava por algo mais. Mudando-se para Nova York, Greenwich Village, foi descoberto por um produtor que, eventualmente, o assistiu e o convidou para tocar em Londres.
Em 1967, uma vez lá,  regravou "Hey Joe", que logo foi sucesso. Lançou outras duas canções que havia escrito e que também foram ‘número um’ em vendas. Hendrix é considerado o pai do blues/rock.

Após sua volta aos Estados Unidos em 1969, Hendrix encara o Festival de Woodstock. Sua performance tocando o hino americano, com aqueles barulhos de explosões e bombas, se tornou um clássico. Depois do protesto, ele ainda fez um culto às drogas, um símbolo de Woodstock e da cultura hippie. A apresentação de encerramento de Hendrix, diante de um público estimado de apenas 40 mil pessoas que permaneceram até a manhã de segunda-feira, se tornou um dos momentos icônicos do festival, mas o co-fundador de Woodstock, Michael Lang, tentou ao máximo colocar o guitarrista diante de um público maior. O empresário de Hendrix, insistiu até o fim que ele deveria fechar Woodstock. Jimi Hendrix, também cantou "The Star-Spangled Banner", esta canção foi símbolo da grande resistência contra a Guerra do Vietnã que já tinha matado jovens americanos demais.

 
De volta a Londres aos 27 anos, Hendrix foi encontrado morto em seu apartamento no hotel depois de uma pílula para dormir. Aparentemente foi uma overdose de álcool e barbitúricos e dada a vontade de viver e a felicidade do grande momento que atravessava, descartou-se a hipótese de suicídio.

jimi

Jimi Hendrix era o neto de um índio Cherokee . Além de roupas extravagantes, ele se distinguia por seus longos cabelos crespos. Era particularmente notável como cada percepção acústica, como o som de uma maçaneta da porta ou passagem do automóvel, se transformado em percepção óptica. Seu feedback  _ solos pesados e melodias alucinógenas _ que ajudou a definir a década psicodélica de 1960, foram eternizados. Hendrix cresceu e se tornou uma lenda da guitarra, do rock’n blues. A guitarra como parte de seu corpo, num passeio elegante entre as cordas. Dispensava as famingeradas paletas, solava sua guitarra nas costas e tocava com a boca, usando a língua em suas performances quase que surreais.


Um amigo disse: “Se eu tivesse que escolher ser outra pessoa, um músico, talvez, seria provavelmente Jimi Hendrix. Ele cruzou a divisão racial, atraiu fãs de todo o mundo. Inesquecível. A assinatura mais fiel em um estilo diferente de qualquer outra coisa na época. "

Se vivo, Hendrix completaria 67 anos no próximo dia 27 de novembro. Há 39, eternizou sua obra com uma morte precoce. Jimi Hendrix, a perfeição na mistura eclética entre o blues, o rock e o jazz, que construíram um estilo inigualável. Hedrix is Hendrix ... is anyone else.

 

 

 



 Escrito por ARTE VITAL by antonio siqueira às 12h41 AM
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E eu não disse?

Hacker invadiu sistema da ONS dois dias após apagão
Seg, 16 Nov, 22h57
 


Por Redação Yahoo! Brasil, com Agência Estado


 
O Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS) confirmou nesta segunda-feira que um hacker demonstrou que havia uma vulnerabilidade no sistema administrativo do órgão na última quinta-feira, dois dias após o apagão. Ainda nesta tarde, o Ministério de Minas e Energia (MME) informou que um curto-circuito foi responsável pelo apagão que atingiu 18 Estados brasileiros na noite do último dia 10.


Segundo a assessoria de imprensa do ONS, não houve nenhuma invasão na rede operativa do sistema, que é acionada por comando de voz, e o ocorrido não teve relação com o blecaute do dia 10.


O programa '60 Minutes', da rede americana CBS, citou, no último dia 8, dois dias antes do blecaute, fontes anônimas afirmando que os dois dias de apagão no Espírito Santo, em 2007, foram provocados por hackers que atacaram a companhia que controla o sistema de energia. Segundo a rede, hackers também teriam sido responsáveis por outro pequeno apagão no Rio de Janeiro em janeiro de 2005.


De acordo com algumas versões, eles estariam tentando extorquir dinheiro da empresa que controla o sistema de transmissão de energia. Funcionários do governo e a Furnas Centrais Elétricas negaram a informação.


Na segunda-feira, porém, o site da revista americana 'Wired' informou que o apagão de 2007 foi na verdade resultado da negligência na manutenção de duas linhas de transmissão. Segundo o site, a informação tem como base relatório de agências do governo e outros órgãos que investigaram o incidente por mais de um ano.


Curto-circuito


Um boletim publicado na tarde desta segunda-feira no site do MME apontou um curto-circuito como o responsável pelo apagão da noite do último dia 10. Segundo a nota, no dia do blecaute, pouco após as 22 horas, curtos-circuitos próximos à subestação de Itaberá, no interior de São Paulo, provocaram o desligamento de três linhas de alta tensão que transportavam energia da usina de Itaipu e do sistema Sul.


"Com a perda da Usina de Itaipu e do fornecimento da Região Sul, outras usinas também foram desligadas automaticamente na Região Sudeste, a mais afetada por essas ocorrências", explica o comunicado.


O comunicado lembrou que foi criado um grupo de trabalho, coordenado pelo MME, para acompanhar a análise das causas do apagão e buscar medidas que "aumentem o grau de segurança e confiabilidade do sistema interligado de fornecimento de energia elétrica".


O comunicado ainda reforçou que aqueles que tiveram aparelhos elétricos danificados pela interrupção do fornecimento de eletricidade poderão solicitar o ressarcimento do prejuízo às concessionárias locais de distribuição, no prazo de 90 dias.



 Escrito por ARTE VITAL by antonio siqueira às 01h45 AM
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Notas de interesse coletivo...

Nada de Concreto

Antonio Siqueira

 

 

Até agora nada de concreto, positivo, seguro, foi declarado ou revelado a respeito do que aconteceu no fim da noite de terça, dia 10, início da madrugada de quarta. Tudo continua no escuro. Algumas fontes da Policia Federal investigam a possibilidade de ataque de hakers ao sistema da Companhia Nacional de Energia e já toma contornos de ESCÂNDALO, com causas diferentes do que ocorreu em 2001. Porém, os oposicionistas do PSBB e PMDB não perderam a viajem no que diz respeito à criticas exasperadas e em tom arrogante.

 

O escândalo do apagão foi uma crise nacional, que afetou o fornecimento e distribuição de energia elétrica. Ocorreu nos dois últimos anos do governo de Fernando Henrique Cardoso, em 2001 e 2002, sendo causado por falta de planejamento e investimentos em geração de energia. "Apagão" é um termo que designa interrupções ou falta de energia elétrica freqüentes, como Blecautes (do inglês blackout) de maior duração. No início da crise levantou-se a hipótese de que talvez se tornasse necessário fazer longos cortes forçados de energia elétrica em todo Brasil. Estes cortes forçados, ou blecautes, foram apelidados de "apagões" pela imprensa.

 

Na época, havia grande possibilidade de ocorrer apagões no país, sobretudo nas grandes cidades. Felizmente a aplicação desses cortes — que produziriam severas perdas na economia brasileira — pôde ser evitada graças ao bom resultado de uma campanha por um racionamento "voluntário" de energia. Mas o termo ganhou uma grande popularidade, acabando por denotar toda crise energética, ao invés de denotar apenas os eventuais cortes forçados.

Charge: Ivan Cabral



 Escrito por ARTE VITAL by antonio siqueira às 01h21 AM
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